Crescimento de e-commerce brasileiro é oportunidade pra PME


Por Especial para PC Mag

por Antonio Carlos Macedo

É cada vez mais comum vermos lojistas ingressando no mundo virtual. Isso se deve ao crescimento constante do e-commerce que, em 2009, faturou R$ 10,6 bilhões, o que representa expansão de 30% sobre o valor alcançado em 2008.

No Brasil, cerca de 17,6 milhões de consumidores compraram pela internet em 2009, ou seja, 26% dos internautas brasileiros. Segundo pesquisa feita pela e-bit, esse movimento representa expansão de 33% sobre 2008, mas esse segmento ainda tem muito a crescer.

Qual a conclusão que tiramos disso? Que cada vez mais as empresas precisam investir no comércio eletrônico e se adequar a ele. Para isso não basta apenas colocar seu produto à venda na internet, mas sim desenvolver todo um planejamento estratégico de comercialização, logística, estoque e administração para não frustrar o cliente e comprometer o futuro dos negócios da companhia.

Outro aspecto importante que alavancou esse serviço está no fato de, no início de 2009, grandes empresas varejistas brasileiras ingressaram no mundo virtual. Como se pode ver o médio e pequeno comerciante não podem ficar de fora dessa concorrência, seja ela direta ou não. Para isso, companhias de tecnologia estão investindo pesadamente no desenvolvimento de shoppings virtuais para atender a essas necessidades.

Pesquisas apontam que, em 2010, a previsão é de que o comércio eletrônico movimente R$ 13,6 bilhões e mantenha seu crescimento em 30%. Essa projeção é crescente, pois o número de brasileiros que compram pela internet ainda é baixo em relação ao volume de internautas que o país possui.

Sabemos também que, mais cedo ou mais tarde, as empresas terão de se adequar às tecnologias para otimizar suas atividades na web e a palavra-chave para o sucesso desse segmento é “confiabilidade”. Se o consumidor realiza suas compras pela internet é porque ele confia nesse serviço. As empresas precisam cada vez mais enxergar esse consumidor como seu principal canal de vendas e manter o compromisso assumido desde a geração da compra até a entrega final.

[Antonio Carlos Macedo é presidente da Macdata]


Estamos felizes: 86,71% dos compradores online aprovam as lojas virtuais.

Por Léo Ferreira em 18 de dezembro de 2009 às 11:59 PM

Hoje lí uma matéria que segue abaixo do meu texto na integra que me deixou muito feliz. Digo isso pois compro na Amazon.com desde 1998. Meu primeiro pedido online foi o DVD: O Perfume de uma Mulher, do Al Pacino (meu filme favorito por sinal – hoo ahh). Isso já fazem 11 anos e me lembro direitinho de todos os passos, desde a compra até a entrega aqui no Brasil (o serviço foi perfeito). Logo depois de 1998 passamos pela famosa “bolha da Internet”, e quer queira quer não, nós que trabalhamos com isso sofremos muito com esta “bolha.” Digo isso pois a grande massa dos consumidores generalizaram o problema e resolveram acreditar que tudo que era feito através da Internet era ainda uma bolha. Bom, eu já sei do poder da Internet para um negócio até pelos “cases” de sucesso que temos aqui na AD.BRAZIL. Hoje nós sabemos que o faturamento das lojas virtuais de grandes varejistas como o Ponto Frio e Kalunga já são maiores que o faturamento de qualquer loja física deles.

Mas fora os grandes varejistas, existem lojas que a marca não é tão forte como Walmart, Casas Bahia, Baú da Felicidade, etc. Essas lojas já representam, segundo dados do E-Bit, 25% do mercado de e-commerce do Brasil. São lojas como a da Passarela, um de nossos principais clientes que fazem parte deste grupo dos “não tão famosos” mas que encontraram o seu espaço na Internet e hoje são referencias para o mercado. E foi por estes que fiquei feliz ao ler a notícia de hoje, que 86,71% dos compradores online aprovam as lojas virtuais. Isso é um grande indício que a Internet e o e-commerce ainda vão crescer muito no Brasil.

Bom, agora que já dei a minha opinião sobre a notícia, segue a notícia na integra:

E-bit: 86,71% dos compradores online aprovam lojas virtuais em novembro

Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web no período.

Pesquisas realizadas com mais de 130 mil pessoas que fizeram compras pela internet no mês de novembro revelaram que 86,71% delas estão satisfeitas com o desempenho do comércio eletrônico brasileiro.

Este estudo refere-se ao Índice de Confiança do e-consumidor, um relatório mensal desenvolvido pela consultoria e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), que apontou o resultado como a terceira melhor marca de 2009.

O percentual de 86,71% de aprovação em novembro só fica atrás dos de julho e agosto, quando o índice superou a casa dos 87%. Em relação aos percentuais registrados de janeiro a novembro deste ano, a média atingida é de 86,43% de satisfação.

Os consultados responderam a um questionário de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

Segundo a e-bit, o período de compras que antecede ao Natal, compreendido entre os dias 15/11 e 24/12, deve proporcionar um faturamento de 1,63 bilhão de reais – uma alta de 30% em relação ao ano passado, quando o setor atingiu 1,25 bilhão de reais em vendas.

A consultoria espera que, com o resultado do Natal, o e-commerce nacional feche 2009 com um faturamento superior a 10,5 bilhões de reais.

Artigo Publicado em 18 de dezembro de 2009 às 16h07 pelo Portal IDG Now! Segue o link para o artigo.

 

“COMO ELIMINAR A POBREZA DA SUA VIDA”

O ser humano que semeia pensamentos de fracasso, de pobreza, tem tanta possibilidade de ser bem-sucedido quanto o fazendeiro que planta trigo esperando colher feijão.

Você deve pensar nas coisas boas, se não quer atrair as contrárias. Não deve pensar na pobreza se deseja obter a riqueza. É duvidando e encarando o caminho errado, alimentando as visões sombrias, deprimentes, desesperadas, que o esforço morre e a ambição se paralisa. Uma das razões por que a maioria das pessoas leva uma vida miserável, oprimida, mesquinha, reside no fato de que a mentalidade negativa, as dúvidas, os medos, os tormentos e a falta de fé atraem essas condições.

O problema da grande maioria que não consegue ver realizados os seus desejos, está em encarar a vida pelo lado errado. Eles não imaginam o poder tremendo da influência do bábito de atitude mental em determinar o modo de vida e em criar condições de existência ideais. Na verdade, causa pena ver pessoas escravas de si mesmas, tentando avançar, mas ladeando sempre a fortuna, que viria ao seu encontro se elas não a afugentassem pela idéia de que do mundo só tem a esperar, quando muito, uma vida modestíssima. E dessa maneira, não deixam fluir para si os bens que com a devida atitude mental correriam em abundância para elas.

Assim como a dúvida é o fator que mata o êxito, assim também o medo do fracasso destrói a prosperidade. Como eu já disse anteriormente, tudo é criado primeiramente na mente, quer seja êxito ou fracasso. Tudo passa pela nossa consciência antes de ser realidade.

Só há um meio de você sair da miséria: voltando-lhe as costas. A força da pobreza está no medo que você tem dela. É esse medo que destrói a maior parte das pessoas. Vamos deixar o pensamento de prosperidade tomar na sua mente o lugar do pensamento de pobreza.

Acredite, se todos os pobres do mundo deixassem de pensar na miséria, deixassem de se preocupar com ela, atormentando-se por ela e temendo-a; se pudessem sacudir do espírito o pensamento de pobreza; se cortassem mentalmente todas as relações com a idéia de pobreza e a substituíssem pela da opulência, da prosperidade, seria espantosa a mudança da sua situação.

Prof. Carlos Rosa

 

 
 

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